A nova parceria público-privada do Chile tem grandes objetivos: aumentar a participação das mulheres na força de trabalho, diminuir a diferença salarial e colocar mais mulheres em cargos de liderança. Já mais de 90 empresas, atraídas por pesquisas recentes que mostram que mais diversidade leva a um desempenho econômico mais forte, se comprometeram a se submeter ao monitoramento de suas atuais desigualdades de gênero e a implementar mudanças sérias. Estima-se que se as mulheres da América Latina e do Caribe fossem integradas à economia da mesma forma que os homens até 2025, o PIB da região aumentaria 14%, ou US $ 1,1 trilhão.


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