O Quênia e a Nigéria estão modificando geneticamente o sorgo, uma cultura da qual 300 milhões de africanos subsaarianos dependem como sua principal fonte de calorias. O projeto African Biofortified Sorghum está adicionando vitamina A, zinco, ferro e lisina à safra para evitar doenças evitáveis como cegueira e malária. Quase meio milhão de crianças ficam cegas todos os anos devido à deficiência de vitamina A.


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